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ANALISAMOS E SIMPLIFICAMOS. ASSIM, SOMOS MAIS EFICIENTES NA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS E SUA EMPRESA MAIS ÁGIL NA TOMADA DE DECISÕES.

POR QUE NOSSOS CLIENTES NOS ESCOLHEM?

Ética está na nossa alma

No nosso modo de agir, em nossos relacionamentos profissionais, em nosso cotidiano. Nosso código de ética não é para “inglês ver”. Acreditamos em uma advocacia ética e na ética como instrumento de reconstrução de pessoas, organizações e de nossa sociedade.

Atribuímos importância absoluta à entrega, ao resultado

Sabemos que somos, antes de tudo, solucionadores de problemas. Mas, sobretudo, queremos nos antecipar, alertar, corrigir rotas, planejar. Somos agentes de mudança.

Sem vivência, o Direito, para nós, não faz sentido

Não aderimos ao debate puramente acadêmico. Vamos direto ao ponto, com insights e abordagens práticas. Temos o Direito como instrumento de estratégia de negócios. Esse é o nosso verdadeiro norte.

Cada um na sua? Não para nós

Também somos empresários e, por isso, sentimos, entendemos e compartilhamos as mesmas dores e as preocupações de cada um de nossos clientes, conhecendo seus negócios, suas particularidades e necessidades. Acreditamos e verdadeiramente

Não cultivamos egos

A arrogância não faz parte de nossas vidas. Propomo-nos a construir relacionamentos com simplicidade, humildade, empatia e, sobretudo, transparência.

Gestão está em nosso DNA

Estudamos e aplicamos tudo o que há de mais moderno nesse sentido. Somos apaixonados por inovação e tecnologia e isso faz com que nosso olhar e nossa prática sejam focados na eficiência e na qualidade em absolutamente tudo o que fazemos.

Não aceitamos a mesmice, ou o 'sempre fiz assim'

Tudo, exatamente tudo, pode ser desafiado, recriado, aperfeiçoado. Incentivamos a autonomia criativa de nossa equipe. Imobilismo? Não aqui. Acreditamos, também, na capacidade de colaboração. Agimos sempre em cooperação. Somos um time.

ÁREAS EM QUE SOMOS ESPECIALISTAS

NOSSOS INSIGHTS

Nossa abordagem jurídica aplicada ao desenvolvimento de negócios

  • Por Bianca Dias de Andrade, coordenadora da Área de Relações de Trabalho e Consumo da Andrade Silva Advogados.  Em recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), foi declarada a inconstitucionalidade da Taxa Referencial (TR) para as ações trabalhistas. O Tribunal decidiu que deve ser aplicado o Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) na fase pré-judicial e a taxa Selic a partir da citação, até que o Poder Legislativo venha deliberar sobre a questão.  É importante esclarecer que os pagamentos realizados mediante a aplicação da TR, do IPCA-E ou de qualquer outro índice, serão considerados válidos, não

  • Por Andrade Silva Advogados | Publicado no site Ao Vivo de Brasília no dia 13/01/2021 A empresa ALEVE LegalTech Ventures, com sede em Belo Horizonte, está em busca de um profissional para preencher a vaga de CEO, do inglês Chief Executive Officer, que significa Diretor Executivo. A organização, que atuará apoiando startups de tecnologia na área do Direito, é fruto da parceria entre o escritório Andrade Silva Advogados e a FCJ Venture Builder. As Legaltechs, empresas de tecnologias especializadas em sanar problemas do setor jurídico, crescem a cada ano. No Brasil, a Associação

  • Por Lílian Freire Vieira, assistente jurídica da área Cível, Relações de Trabalho e Consumo | Publicado no Jornal o Hoje - Goiania - no dia 08/01/2021 Atualmente, gestantes possuem estabilidade provisória desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto (art. 10, II, b do ADCT), exceto quando existir Acordo Coletivo ou Convenção Coletiva de Trabalho que preveja período superior ao estabelecido na legislação. Em ambos os casos, a funcionária não poderá ser demitida, sem motivo grave, devendo ser mantida no emprego durante este período. Entretanto, existe a possibilidade gravidez

  • Por Rodrigo Macedo, Diretor Jurídico na Andrade Silva Advogados | Publicado no jornal Diário do Comércio em 28/11/2020 O Senado aprovou, na última quarta-feira, o projeto que atualiza a Lei das Falências e estabelece novas regras para o processo de recuperação judicial de empresas. Criada em 2005, a legislação passou por alterações pontuais nos últimos 15 anos, mas, segundo especialistas, carece de modernização. Entre outros avanços, a nova lei garante tratamento diferenciado para credores parceiros das empresas. Entretanto, o novo texto continua deixando os coobrigados vulneráveis em contratos de empréstimos bancários. Segundo

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